Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Justiça determina transferência de médico Fernando Cunha Lima para João Pessoa

Justiça determina transferência de médico Fernando Cunha Lima para João Pessoa

O  pediatra Fernando Cunha Lima, suspeito de abusar sexualmente de várias pacientes, será transferido uma unidade prisional da capital paraibana.  A decisão foi proferida nesta sexta-feira (21) pelo juiz da 4ª Vara Criminal de João Pessoa, Luiz Eduardo Souto.  O pediatra, preso há duas semanas, encontra-se atualmente detido em Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife.

A decisão sobre a transferência do médico lg.php?bannerid=5502&campaignid=1458&zoneid=370&loc=https%3A%2F%2Fmauriliojuniorjá  encaminhada à Gerência Executiva do Sistema Penitenciário da Paraíba, que deve providenciar o recambiamento com urgência, conforme despacho judicial.

Em seu despancho, o juiz  afirmou que a transferência do réu é necessária para a continuidade da instrução processual. Ele também reforçou a importância da presença do acusado na Paraíba para o pleno exercício da jurisdição pelo juízo competente.

A ordem determina que o médico seja apresentado à Vara de Execuções Penais, que ficará responsável por definir a unidade prisional para onde ele será encaminhado em João Pessoa.

No mesmo despacho, o juiz indeferiu o pedido de prisão domiciliar feito pela defesa. A solicitação foi fundamentada em alegações de comorbidades e ideação suicida, em razão da idade avançada do réu. No entanto, segundo o magistrado, não houve comprovação de que tais condições impediriam o tratamento adequado no sistema prisional.

“Cumpre ressaltar que a banalização da concessão de prisão domiciliar, sem a devida comprovação dos requisitos legais, compromete a credibilidade do Poder Judiciário e enfraquece a efetividade da persecução penal”, destacou o juiz no despacho.

Ainda segundo a decisão, o ônus da prova caberia à defesa, que não apresentou elementos suficientes que justificassem a medida como única alternativa para preservar a saúde do custodiado.

A decisão judicial também menciona que a periculosidade do médico foi reconhecida nos autos, o que, segundo o juiz, justifica a manutenção da prisão preventiva. Ele concluiu que o simples fato de o réu ser idoso e possuir problemas de saúde não torna a permanência em unidade prisional inviável.

[the_ad_group id="136"]
Instagram
WhatsApp